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Inteligência Artificial: Muito mais do que se pensa

Escrito por Giovanni Caprio
 em 12 de março de 2019

Apesar de ser muito associada de forma utópica aos robôs “humanoides” vistos no cinema, a inteligência artificial possui uma ampla gama de aplicações mais práticas e presentes no cotidiano do que se possa imaginar ou perceber. Mesmo que não seja exatamente como retratado nas telas de Hollywood, a inteligência artificial busca, sim, replicar o raciocínio humano e – como boa parte da computação – potencializar e facilitar o processamento de dados de forma automatizada.

O termo inteligência artificial não é novo, ele data de 1956, quando os estudos nessa área cresceram após a Segunda Guerra mundial. As primeiras pesquisas de IA nos anos 1950 exploraram temas como a resolução de problemas de lógica, métodos simbólicos e criptografia. Já nos anos 1970, o Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), nos Estados Unidos, realizou um projeto de mapeamento de ruas com IA. O mesmo departamento criou, em 2003, assistentes pessoais inteligentes, quase uma década antes de ficarmos familiarizados com nomes como Alexa, Siri ou Cortana.

Apesar dos estudos na área terem quase 90 anos, foi na última década que os olhos da indústria se voltaram para o setor, especialmente devido à evolução da capacidade de processamento dos computadores modernos. Machine Learning, ou Aprendizado de Máquina, é um do campo da Inteligência Artificial que demanda alto poder computacional. Se antes estava mais restrita aos círculos militares e acadêmicos, hoje a Inteligência Artificial começa a permear nosso dia a dia sem que se perceba de forma explícita. Grandes empresas consolidadas no mercado têm dedicado departamentos inteiros para estudos de aplicações reais de IA, além disso, uma infinidade de startups têm surgido para resolver problemas cada vez mais específicos.

No campo da saúde, a Inteligência Artificial já é utilizada para identificar câncer em exames de imagem, no âmbito esportivo já são feitas análises e relatórios automatizados dos jogadores em campo, inclusive nas artes IA já é utilizada para gerar quadros, formas e rostos totalmente artificiais. Assistentes pessoais podem auxiliar muito mais que apenas fazendo pesquisas, mas realizando tarefas como agendamento de compromissos, veja o vídeo.

Outro exemplo são os cada vez mais modernos aeroportos, onde sistemas de reconhecimento facial já auxiliam processos de controle de passaporte, e podem facilitar ainda mais check-in e recolhimento de bagagens, por exemplo.

As possibilidades de aplicações para inteligência artificial são enormes. O alto poder de assimilação de dados possibilita buscar padrões, inferir situações, prever comportamentos e tomar decisões com muito mais precisão e velocidade que o cérebro humano. Aplicações assim podem alavancar diferentes empresas e negócios, tornando-os mais assertivos e lucrativos. E, mesmo que sem robôs que conquistem o mundo e ameacem a raça humana, a inteligência artificial já evoluiu para fornecer benefícios específicos para indústrias em geral.

Por Giovanni Caprio

Desenvolvedor de Sistemas da DBC, apaixonado por inteligência artificial.

giovanni.neto@dbccompany.com.br

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por Giovanni Caprio Desenvolvedor de Sistemas
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